No ano de 1980, a Assembleia Municipal de Tavira determinou a criação de uma Comissão de Beneficência composta por dois membros de cada bancada politica, nomeadamente: António Sequeira Bento Luís, Maria José de Sousa Martins, Jorge Manuel Fernandes Valente, Custódio da Cruz Bernardo, Maria Luísa do Couto Guedes Simmons, Luís Filipe Monteiro Santos e Manuel Gago Pontes Valadão com o propósito de colmatar as necessidades sociais no concelho. A fim de concretizar o seu projeto a Comissão efetuou várias reuniões com diversas entidades, mas foi na reunião que tiveram com o Centro Regional de Segurança Social de Faro, que com a consultoria prestada pela técnica de Ação Social Dra. Maria da Graça Faria (na altura Vice Presidente da Delegação de Faro da Cruz Vermelha Portuguesa) foi indicada a possibilidade de constituição de um Nucleo da Cruz Vermelha Portuguesa em Tavira.
Os membros da Comissão aproveitando a sugestão solicitaram uma reunião com o então presidente da Delegação de Faro, o Eng. João Luís Olias Maldonado. Após essa reunião os membros da comissão avançaram com todo o processo para a constituição do Núcleo de Tavira efetuando o convite ao representante da Cruz Vermelha Portuguesa para presidência do Nucleo.
Foi assim que após muitos esforços e determinação por parte de um grupo de cidadãos tavirenses, foi criado em 13 de novembro de 1981 o Núcleo de Tavira da Cruz Vermelha Portuguesa
A orientação deste Centro Humanitário de Tavira da Cruz Vermelha Portuguesa, tem tido como objectivo crescer de modo sustentável, para nos ser possível dar resposta aos diferentes pedidos que nos chegam. A nossa intervenção junto da população em geral e em particular junto das pessoas que estão expostas a situações que ameaçam a sua sobrevivência com dignidade, caracterizada por ausência ou insuficiência de condições sociais e económicas.
Actualmente actuamos na área da saúde, acção social e educação.
O Centro Humanitário de Tavira da Cruz Vermelha Portuguesa tem desde o passado dia 2 de Janeiro, como Diretor Geral o Dr Manuel Jesus Martins da Cruz Marrafa.
O Centro Humanitário de Tavira desenvolve a sua missão em obediência aos Estatutos da Cruz Vermelha Portuguesa e age em conformidade com as normas do Direito Internacional Humanitário, tendentes a garantir o respeito pela dignidade da pessoa humana, a favorecer a paz, a minimizar os efeitos negativos dos conflitos e a proteger a vida e a saúde das populações.
Aspiramos ao compromisso voluntário de um mundo de comunidades que floresçam mais capazes de fazer face a todos os sofrimentos humanos com a força da esperança, dignidade e preocupação com a equidade.
Temos por objectivo melhorar as condições de existência das pessoas vulneráveis através da mobilização do poder da Humanidade e em conformidade pelos nossos Princípios Fundamentais: Humanidade, Imparcialidade, Independência, Neutralidade, Voluntariado, Unidade e Universalidade
A Delegação de Fafe desenvolve a sua missão em obediência aos Estatutos da Cruz Vermelha Portuguesa e age em conformidade com as normas do Direito Internacional Humanitário, de forma a garantir o respeito pela dignidade da pessoa humana, a favorecer a paz, a minimizar os efeitos negativos dos conflitos e a proteger a vida e a saúde das populações.
Temos por objetivo melhorar as condições de existência das pessoas vulneráveis no Concelho de Fafe, através da mobilização do poder da Humanidade e em conformidade com os Princípios Fundamentais da Cruz vermelha e do Crescente Vermelho: Humanidade, Imparcialidade, Independência, Neutralidade, Voluntariado, Unidade e Universalidade.
A direção da Delegação de Fafe é constituída pelos seguintes membros:
Presidente
António Manuel Fernandes
Vice-Presidentes
Isaura Santana; Fernando Mota Nunes; José Mota, José Carlos Soares
Tesoureiro
Carlos Ferreira
Vogais
Natali Martins, Magalie Andrade, Isabel Brites
A Delegação de Fafe da Cruz Vermelha Portuguesa foi criada oficialmente a 28 de abril de 1979, tendo no entanto uma intervenção limitada devido à dispersão geográfica dos seus principais impulsionadores.
No ano de 1990 a estrutura local foi reativada por uma comissão instaladora. Muito se deve à iniciativa levada a cabo pelo Dr. Francisco Alvim, presidente da Delegação de Braga da CVP.
No ano de 1991, o Capitão da Força Aérea, António Manuel Fernandes, veio juntar-se a este grupo. Desde então, a estrutura local teve um crescimento exponencial.
Atualmente, conta com a colaboração de uma equipa de 25 elementos nas mais variadas áreas de intervenção. A estes membros juntam-se cerca de 16 voluntários jovens e 65 voluntários de apoio geral.
A Delegação de Fafe é polo de receção e entidade mediadora e coordenadora em Fafe desta ação, que visa a distribuição mensal de alimentos a 292 pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconómica, bem como ações de acompanhamento com vista à sua inclusão social.
Equipa multidisciplinar que acompanha um referencial de 200 famílias beneficiárias do Rendimento Social de Inserção, através de atendimentos de técnicos superiores da área social, a realização de visitas domiciliárias e ações de informação/sensibilização/prevenção, capacitando-as para um melhor desempenho das suas competências no sentido de um pleno exercício de cidadania e promoção de autonomia e inserção na comunidade.
Trata-se de uma reestruturação da tradicional distribuição gratuita de bens a famílias em situação de vulnerabilidade social, de forma a envolver ativamente beneficiários e a comunidade no reaproveitamento e distribuição sustentável e gratuita de vestuário, calçado, brinquedos, alimentos, mobiliário e equipamentos domésticos.
A UNIR – Unidade de Intervenção e Recursos para os Centros de Convívio do Concelho de Fafe - é composta por uma equipa multidisciplinar de técnicos habilitados para o desenho, implementação, dinamização e avaliação de centros de convívio, de forma a promover a cidadania e o envelhecimento ativo dos residentes nas freguesias do concelho de Fafe.